
Ouço demasiado Elliott Smith, tentando perceber como uma voz tão limpa foi capaz de tal proeza, desaparecer de maneira tão trágica!... Ingrato!
Tudo bem, o E. Smith transpirava nas suas letras crípticas um espírito atormentado e muitas vezes no limite da angústia... Mas era preciso chegar a tanto?! Quem os manda inundarem-se em drogas!?
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Só sei que não consigo parar de ouvir algumas canções: porque existe aquela voz suave e límpida que nada tem de tormento; porque existem aquelas melodias únicas e que chegam ao céu; porque existe sempre aquele som de guitarra que transmite ondas sonoras tão puras;
Dizia o Elliott que era mais robusto e resistente que as suas próprias canções. Ele desapareceu. As canções ficaram. Como muito bem observa o Y (Público).
...there's no escape for you except in someone else
although you've already disappeared within yourself...
...well i don't want you making mistakes
i wish you luck i really do
but the problem with the puzzle
whatever's left to you...
continuo a ouvir "needle in the hay" como se fosse a primeira vez.
apesar de não conhecer quase nada do elliot smith, sinto-o e à sua música como uma parte de mim.
e quando esses "alguéns" morrem, nós também morremos um pouco.
midnite, parabéns pelo blog.
continuem a ouvir boa música.
Temos o mesmo sentimento em relação à "Needle in The Hay" Impossível não a cantar como se fosse sempre pela primeira vez.
Afixado por: Nuno David em novembro 3, 2003 10:13 PM